Alguém já ouviu algo sobre os defensores da marca? É muito comum não se dar conta, mas os verdadeiros fãs da marca podem fazer loucuras por ela.
Os produtos de beleza crescem anualmente. Aqui no Brasil, o setor de cosméticos, e principalmente dermocosméticos, provaram que 2009 não foi o ano da crise, nem chegou perto. Foi a indústria mais lucrativa.
As marcas, com isso, tentam de tudo: novidades, lançamentos, um produto melhor que o outro para provocar esses defensores a ter mais um item da marca. Porém, lembrando de alguns conceitos, Bernadette Wegenstein, em seu livro Getting under the skin: Body abd Media Theory, descreve que no ramo dos cosméticos, somente no sentido figurado, a pele se torna independente de uma commodity. No mundo do marketing, o pensamento é absoluto e abstrato. Nossa pela se torna um material de reinvenção criativa.
Dessa maneira, assim como na moda, a pele – para quem consome esses produtos – significa expressão da individualidade. Logo, definimos a nós mesmo usando a identidade das marcas, com vestidos, calçados, bolsas e cosméticos. Se você usa produtos para o corpo da marca Chanel, por exemplo, você quer que as pessoas saibam, pois mostra quem você é.
Pensando dessa forma, a autora teve a idéia de criar um kit de beleza Chanel, com os produtos de uso comum junto a um logo de silicone que é visível por algumas horas.
Será o lançamento do ano?
Via Not Cot

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